Rony Gomes conta como é ser skatista do Sport Club Corinthians Paulista

Rony Gomes conta como é ser skatista do Corinthians (Divulgação)

Rony Gomes conta como é ser skatista do Corinthians (Divulgação)

Recentemente os times de futebol Corinthians e Santos anunciaram a contratação de skatistas para tentar atrair um público novo de torcedores. Rony Gomes agora anda pelo Timão e Kelvin Hoefler pelo Peixe. Mas skatista andando por time de futebol não é novidade. No final da década de 90, o carioca Allan Mesquita competia vestindo o uniforme do Vasco da Gama.

Apesar de polêmica, esse tipo de parceria pode ajudar no fortalecimento e profissionalização do skate. Vários skatistas profissionais de ponta torcem para times de futebol com muita paixão e andar pelo clube proporcionaria uma estrutura melhor do que seus patrocinadores podem oferecer.

Afinal, se as próprias marcas de skate não mostram comprometimento com os skatistas que vestiram a camisa durante anos, porque ser radical e rejeitar essa nova opção de patrocínio?

Positivo para o skate mesmo seria se os clubes criassem “centros de treinamento” dentro de seus clubes. Com certeza, pistas de skate atrairiam sócios para frequentar os clubes.

Rony Gomes conta como é ser skatista do Sport Club Corinthians Paulista

Backside tailgrab em Foz (foto: Felipe Puerta)

Backside tailgrab em Foz (foto: Felipe Puerta)

Você sempre foi torcedor fanático pelo Corinthians?
Sempre. Desde que nasci! Meu pai sempre foi fanático e passou isso pra mim.

Como foi o processo para ser skatista do Corinthians?
Na verdade, nunca imaginei envolver o Corinthians na minha carreira, ou ir atrás de um Clube para me patrocinar. Mas de um tempo pra cá o Corinthians começou a investir em outros esportes como MMA, Natação, até que chegou no Surf com o Mineirinho. Achei irado demais, pois é um clube grande com uma baita estrutura e poder passar isso para outros esportes é demais. Foi aí que começamos a se interessar mais, ir atrás, até que rolou a parceria!

Qual seu compromisso com o clube?
Estou bem a vontade para te dizer a verdade. Fechamos uma parceria bem legal. Eles me ajudam em novos patrocinadores, uso a assessoria deles para divulgar meu trabalho e fora isso tenho todo apoio de treino, médicos, fisioterapeutas do clube!

Quais outros skatistas corinthianos você conhece e acharia legar formar um time?
Puts, tem tantos (risos). Mas tem uns que vejo que levam no coração mesmo, como a Letícia Bufoni, Rodrigo TX, Edgard Vovo. Seria realmente demais uma equipe dessa.

Sabe se o Corinthians tem planos de construir alguma pista de skate?
Planos tem e algumas coisas estão para acontecer. Só não posso abrir muito o jogo agora!

O clube do Corinthians já sediou campeonatos importantes e recebeu apresentações de skatistas como Paul Rodriguez, Reese Forbes, Omar Salazar, etc. Você foi em algum?
Não. Na verdade, não tive a oportunidade de ir.

Rony Gomes conta como é ser skatista do Sport Club Corinthians Paulista (Divulgação)

Rony Gomes conta como é ser skatista do Sport Club Corinthians Paulista (Divulgação)

Nos X Games em Foz do Iguaçu você era titular na lista do Big Air e reserva no Vertical. Em Barcelona estava na reserva nas duas listas e só participou do Vertical porque abriu uma vaga com a desistência do Bob. Porque não é uma mesma lista o ano todo?
Isso eu me pergunto quase que todo dia (risos). Mas para entender melhor, os X Games, na verdade, são shows de esportes radicais para televisão e não exatamente um circuito de campeonato que conta com resultados e tudo mais. Por isso fico nessa de revezamento com alguns outros atletas.

Além dos X Games, quais outros eventos de Vertical estão programados para acontecer esse ano?
Bom, além dos X Games, irei para China competir mini-mega e vert em um evento novo deles. Vou para o Dew Tour, esse sim é um campeonato bem competitivo, e aí da metade do ano pra frente estarei pelo Brasil. E parece que estão previstas de 3 a 6 etapas do circuito brasileiro!

Fui na sua rampa faz um ano e ainda não assisti as manobras daquela sessão em nenhum lugar. Você está preparando alguma coisa especial pra mostrar todas manobras?
Na verdade, estou bem ansioso para soltar essas manobras. Tenho me dedicado bastante em filmar coisas novas. O que acontece é que nessa correria de viajar, competir, fazer foto, acabo me perdendo um pouco em sentar, editar, ver o que vou usar, como vai ser. Mas está bem próximo disso acontecer!

Seu estilo de skate no Vertical é bem técnico. Você acha que o skate técnico é reconhecido nos campeonatos?
Nem sempre. O que todos querem ver em campeonatos são manobras que impressionam mais, como aéreos altos, manobras de giro, e a técnica acaba ficando um pouco de lado. Com o tempo venho me adaptando e tentando juntar aéreos altos com seqüência de flips, que realmente dificulta muito mais do que só voar e girar!

Leia também: Entrevista com o skatista do Santos Futebol Clube Kelvin Hoefler

Melhores Marcas de Skate

Kelvin Hoefler conta como é ser skatista do Santos FC

Sessão dentro da Vila Belmiro, templo sagrado do Santos FC (Divulgação)

Sessão dentro da Vila Belmiro, templo sagrado do Santos FC (Divulgação)

Recentemente os times de futebol Corinthians e Santos anunciaram a contratação de skatistas para tentar atrair um público novo de torcedores. Rony Gomes agora anda pelo Timão e Kelvin Hoefler pelo Peixe. Mas skatista andando por time de futebol não é novidade. No final da década de 90, o carioca Allan Mesquita competia vestindo o uniforme do Vasco da Gama.

Apesar de polêmica, esse tipo de parceria pode ajudar no fortalecimento e profissionalização do skate. Vários skatistas profissionais de ponta torcem para times de futebol com muita paixão e andar pelo clube proporcionaria uma estrutura melhor do que seus patrocinadores podem oferecer.

Afinal, se as próprias marcas de skate não mostram comprometimento com os skatistas que vestiram a camisa durante anos, porque ser radical e rejeitar essa nova opção de patrocínio?

Positivo para o skate mesmo seria se criassem “centros de treinamento” dentro de seus clubes. Com certeza, pistas de skate atrairiam sócios para frequentar os clubes.

Kelvin Hoefler conta como é ser skatista do Santos FC:

Kelvin Hoefler conta como é ser skatista do Santos FC (Divulgação)

Kelvin Hoefler conta como é ser skatista do Santos FC (Divulgação)

Você sempre foi torcedor fanático pelo Santos?
Sim, desde pequeno.

Como foi o processo para ser skatista do Santos?
O pessoal do marketing entrou em contato com o meu pai, que mora em Santos, e tudo começou por aí.

Qual seu compromisso com o clube?
Marketing.

Quais outros skatistas santistas você conhece e acharia legar formar um time?
Não conheço nenhum skatista. Mas tinha o Chorão e o Laurence (Reali).

Sabe se o Santos tem planos de construir alguma pista de skate?
Um futuro próximo.

Algum campeonato de street desse ano já contabilizou pontos para o circuito da WCS?
Sim, o campeonato do Simple Session na Estonia, que fiquei em segundo lugar.

Está sabendo de algo do circuito da WCS e CBSk?
O WCS está todo no site deles, mas da CBSK não tenho nem idéia.

Na apresentação ao clube, Kelvin presenteou Neymar com um skate autografado (Divulgação)

Na apresentação ao clube, Kelvin presenteou Neymar com um skate autografado (Divulgação)

Paralelo aos campeonatos você está filmando uma parte de vídeo. Pode dizer algo sobre esse projeto?
Sim, tenho três partes para fazer. Vocês verão em breve, será uma surpresa!

Em Foz do Iguaçu você teve a oportunidade de participar pela primeira vez dos X Games, competindo na Street League. Quais as principais diferenças que você percebeu comparando com outros campeonatos?
Foi um jogo de skate. Cada manobra vale um certo ponto. É tipo um jogo estratégico. Não existe muita diferença dos outros campeonatos, mas com certeza tem muito mais pressão.

Leia também: Entrevista com o skatista do Sport Club Corinthians Paulista Rony Gomes

Melhores Marcas de Skate

Reinvenções criativas de Fabio Tirado

Fabio Tirado, ollie (Arquivo pessoal)

Fabio Tirado, ollie (Arquivo pessoal)

Fabio Tirado é mais um skatista que encubou a veia artística dentro das sessões de skate do Rio de Janeiro, assim como Felipe Motta, Edu Lopes, Fabio “Kalunga”, Leo Lopes, Dhani Borges, Daniel “Fogueira” Zetel, entre outros nomes expressivos. Local da Praça do Ó, também conhecida como Duó, na zona oeste carioca, os trabalhos de Tirado usando shapes velhos vem chamando atenção pela criatividade e capricho. São inúmeras peças criadas a partir dos skates quebrados das sessions, que se transformam em objetos de decoração ou nova utilidade, como lustres e pás. O skatista, que também faz graffiti, é um dos grandes ativistas da atual cena carioca, e um dos responsáveis pela transformação da Duó em pista de skate improvisada. Afinal, improvisação fugindo do previsível é uma característica forte de skatistas. O mundo precisa ser reinventado constantemente e Fabio Tirado mostra várias formas criativas de como fazer da melhor forma possível.

O que surgiu antes na sua vida: o skate ou a arte?
A arte sempre esteve presente. Desde criança, adorava pegar a enciclopédia sobre arte na estante e ficar lendo a história dos grandes gênios da pintura, Van Gogh, Salvador Dalí, entre outros. Mas só comecei a pintar depois de conhecer o skate. Então posso dizer que o skate veio primeiro, e junto com ele veio a vontade de pintar grafites, construir minhas próprias rampas, fazer camisetas, etc. Conforme a informação da cultura do skate chegava até mim, eu ia me apaixonando cada vez mais, queria fazer o que aqueles caras dos vídeos e revistas estavam fazendo. O skate me apresentou um universo de novas informações a ser explorado.

De onde veio a inspiração para começar a fazer esses trabalhos reciclando peças de skate?
A inspiração é sempre o skate. Sou apaixonado e tenho um carinho enorme pelos meus shapes. Sempre que quebrava ou perdia o uso eu não conseguia jogá-los fora. Sempre tive vontade de fazer trabalhos com eles, um dia resolvi comprar uma serra tico-tico e comecei a cortá-los, dando uma nova maneira de uso e eternizando essa história de amor com arte. Amo trabalhar com arte, me encontrei unindo minhas maiores paixões: arte e o skate. Tenho me dedicado muito a esse trabalho atualmente, tô adorando.

Você só usa maple nos trabalhos?
Dou preferência, prefiro o resultado final do trabalho feito com maple, mas também uso os shapes de marfim.

Como você aprendeu a técnica para esculpir os shapes?
Aprendi sozinho, praticando, pesquisando e trabalhando muito. Uso ferramentas básicas, a serra tico-tico e uma mini-lixadeira. Tento explorá-las ao máximo e tem dado ótimos resultados.

O Rio de Janeiro tem vários skatistas criativos. São músicos, fotógrafos e todos os tipos de artistas que surgiram das sessões de skate.
Você acha que é coincidência ou a cidade inspira a galera? Eu acredito que o skate tem essa influência cultural sobre as pessoas, não sei se aqui no Rio é diferente de outros lugares, mas sei que por aqui tem muita gente fazendo ótimos trabalhos.

Mind Industries é o nome da sua empresa?
Isso, eu assino Mind nos meus grafites pelas ruas. Gosto dessa forma de anonimato, as vezes faço umas camisetas e uso esse nome como marca. Adotei esse nome como um questionamento ao egocentrismo, o conflito interior, a busca pelo Eu. Um conceito que carrego na prática do dia a dia, a arte de ser mais humano e valorizar as coisas simples da vida.

Escutei falar que você deu um trabalho pro Chico Brenes e ele ficou amarradão. Ele comentou alguma coisa do presente?
Foi muito irado! O Chico Brenes veio aqui no Rio, na Tour da DVS, dei uma arte pra ele, me agradeceu, tirou foto e postou no Instagram dizendo que uma das coisas mais legais em tours são os presentes que ganham. O Mike Carroll comentou e o Chico sugeriu que fizessem uma série de shapes com minhas artes pra Girl e Chocolate! Nossa, imagina que irado seria?! (risos)

E sobre a Duó, ano passado escutei que a organização do Rio Vert Jam disse que ia fazer uma preza pra rapazeada. Fizeram algo?
Quanto ao Vert Jam, a organizaçao prometeu um legado de R$40 mil pra reforma da praça. Eles e os arquitetos, que também são daqui da praça, foram até a prefeitura, fizeram reuniões e conseguimos autorizar as obras. Temos todos os documentos assinados. Foi sugerido pela prefeitura que não usasse a mão de obra pública, que se procurasse um padrinho para patrocinar com o restante de grana que faltava para o projeto. A Adidas esteve aqui na segunda metade do ano passado e disse que se interessava, estamos esperando. Uns 15 dias atrás disseram que estavam concluindo os últimos detalhes burocráticos

Para adquirir os trabalhos de Fabio Tirado, acesse sua fanpage no facebook http://www.facebook.com/pages/Mind-Industries

Melhores Marcas de Skate

Skatícia Especial: X Games Barcelona

Pedro Barros, campeão do Park em Barcelona (Divulgação)

Pedro Barros, campeão do Park em Barcelona (Divulgação)

 

Bob Burnquist, Pedro Barros, Bucky Lasek, Lizzie Armanto e Letícia Bufoni foram os skatistas medalhistas de ouro nos X Games Barcelona, que aconteceu na última semana na Espanha.

O trio Bob, Pedro e Bucky repetiu as posições do evento anterior, em Foz do Iguaçu, no mês de abril. Letícia, que havia vencido em Foz no Street Feminino, agora ganhou a modalidade estreante, Real Woman, disputando com mulheres de vários outros esportes. O Real Woman é um campeonato de vídeo, onde os juízes analizam as melhores performances das meninas editadas em um minuto. Outra disputa que estreou nos X Games foi o Park Feminino, vencida pela norte-americana Lizzie Armanto. As brasileiras Karen Jonz e Letícia Bufoni não avançaram na final.

No Big Air, Bob ganhou com as mesmas manobras de Foz. Com a vitória garantida com grande margem de pontos, ele tentou elevar o nível com manobras novas, mas não acertou no tempo regulamentar. Mitchie Brusco, o segundo colocado, acertou um 1080 no quarter, o primeiro numa competição de Mega. Tom Schaar já havia acertado um 1080 em 2012 nos Asian X Games, na China, mas Mini Mega.
Edgar Vovô e Ítalo Penarrubia andaram bem no quarter, mas como não acumularam boas notas no gap, ficaram com pontuação final baixa.

Luan de Oliveira só ficou com a quinta colocação na Street League. E a disputa pelo primeiro lugar do pódio foi acirradíssima entre Paul Rodriguez e Nyjah Huston. Sob pressão da obrigação de acertar uma manobra com pontuação alta, Nyjah surpreendeu e arriscou um hardflip pulando o Hubba usando uma transição. Conseguiu ultrapassar P-Rod em um décimo de ponto e ganhou sua décima Street League. Uma marca impressionante.

Aos 40 anos de idade, Bucky Lasek ganhou mais um X Games. O veterano mostrou um nível técnico absurdo na final do vertical e conquistou um indiscutível primeiro lugar. Marcelo Bastos é outro skatista em grande fase. O paulistano é ousado e teve a frieza de acertar suas manobras na final, ficando na segunda posição.
Sandro Dias e Rony Gomes ficaram fora final.

E para finalizar o skate nos X Games Barcelona, o favorito Pedro Barros precisou apenas acertar suas linhas para marcar pontos e assistir a disputa pelas medalhas de prata e bronze. A prata estava praticamente nas mãos de Curren Caples e a emoção ficou na briga entre o veterano Rune Glifberg e o novato Brad McClain. Na última volta McClain encaixou a linha com precisão e terminou com o bronze.

O próximo X Games acontece entre os dias 27 e 30 de junho em Munique, na Alemanha. Antes disso, a Street League faz uma parada em Kansas City, EUA, no dia 9 de junho.

Final Park
1° Pedro Barros
2° Curren Caples
3° Brad McClain

Final Street League
1° Nyjah Huston
2° Paul Rodriguez
3° Manny Santiago

Final Vertical
1° Bucky Lasek
2° Marcelo Bastos
3° Mitchie Brusco

Final Big Air
1° Bob Burnquist
2° Mitchie Brusco
3° Elliot Sloan

Final Park Feminino
1° Lizzie Armanto
2° Alana Smith
3° Julz Lynn

Vídeo da Letícia Bufoni que lhe rendeu a medalha de ouro no Real Woman

Melhores Marcas de Skate

Skatícias #37

skaticias-37

Vitória épica do Bucky Lasek na nona edição do Pro-Tec Pool Party, realizado no último sábado na Califórnia. Aos 40 anos de idade ele conquistou a nota mais alta, batendo um inspirado Pedro Barros, grande favorito do evento. No Master, Chris Miller voltou a vencer. Vídeos e resultados finais estão no post “Skatícia Especial: Pro-Tec Pool Party 2013“.

Há poucas semanas atrás Jason Dill e Anthony Van Engelen chocaram a indústria do skate com o comunicado informando a saída da dupla da Alien Worshop, patrocinadora dos dois há anos. Nessa semana quem divulgou uma carta anunciando a saída da marca foi Brian Anderson. Ele saiu da Girl para criar sua própria marca, ainda não oficializada e que deve virar skatícia em breve.

A recente visita do time da DVS Shoes ao Brasil foi acompanhada de perto pelo programa Olho de Peixe. Assista as visitas de Daewon Song, Luis Tolentino, Chico Brenes e Paul Shier em Porto Alegre e São Bernardo do Campo, e no Rio de Janeiro com participação de Torey Pudwill.

 

Já estão abertas as inscrições da segunda temporada do #ForFun, o curso de skate para meninas criado pelo skatista profissional Rogério Mancha. Mais informações no http://www.forfungirlskate.com/

 

Zered Basset fazia parte do ‘flow team’, time de apoio da Converse há alguns anos, mas agora ele foi promovido ao time principal. Para oficializar essa união, a marca produziu esse vídeo com Zered andando com seus amigos Embaixadores da Converse Nick Trapasso e Eli Reed em Boston. O vídeo termina com uma pesca de lagostas com seu pai.

 

Vídeo da semana: Nos últimos meses a Volcom tem investido em webpartes dos skatistas do seu time. Pedro Barros, Louie Lopez e Alain Goikoetxea foram alguns que tiveram vídeos postados recentemente e repercutiram positivamente pelo nível de skate e qualidade de produção. Nessa semana, a marca lançou a parte do Kyle Walker, batizada de “In Color”.

Quer sugerir uma Skatícia? Poste a hashtag #Skaticia no Twitter/Instagram ou envie email para contato@skataholic.com.br

Melhores Marcas de Skate

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