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Como foi a abertura da exposição “O Circo Chegou”, do Mottilaa na Homegrown

Galeria de fotos da festa de abertura da exposição do skatista e artista carioca Felipe Motta, o Mottilaa, na Homegrown, em Ipanema.

Publicado Em: 10/02/2015 16:23


Mottilaa e sua exposição "O Circo Chegou", na Galeria Homegrown (Divulgação/Henrique Madeira)

Mottilaa e sua exposição “O Circo Chegou”, na Galeria Homegrown (Divulgação/Henrique Madeira)

Na manhã do dia 5 de fevereiro o prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes convocou uma coletiva de imprensa para anunciar um alerta de um ciclone que estava para atingir a cidade e recomendou atenção, para que a população evitasse sair às ruas a partir da tarde. Totalmente desinformado, fui para praia de manhã e estranhei a ausência de barracas e ambulantes mesmo com tempo bom. Depois, quando caminhava pela rua no começo da tarde, comecei a escutar as pessoas comentando sobre o tal alerta da tempestade. Primeiro soou como piada, depois comecei a perceber que estavam levando a sério. O céu, porém, estava parcialmente nublado. Em alguns momentos o sol fritava a pele. Mas nada ameaçador diante de tanto alarde provocado pelo administrador do município.

Esse alarme fez com que muitos convidados e fãs de Felipe Motta não saíssem de suas casas para prestigiar sua nova exposição, “O Circo Chegou”, que abriu no começo da noite na Homegrown, uma loja/galeria em Ipanema. Quem arriscou ir não se decepcionou, pois a festa foi boa e apenas uma chuvinha de leve passou para refrescar.

“O Circo Chegou” é uma exposição do skatista Felipe Motta – que assina seus trabalhos como MOTTILAA – baseada na música de Jorge Ben com o mesmo nome, do disco Ben, de 1972. Mottilaa produziu 15 trabalhos inspirados nas letras da música.
Então, para entender “O Circo Chegou! Vamos Todo Até Lá!”, escute a música e leia a letra, caso ainda não conheça esse clássico da MPB.

“O Circo Chegou” fica aberta ao público até o dia 7 de março na Homegrown, que é uma loja de arte e street wear muito legal. Ela fica na rua Maria Quitéria, número 68, esquina com a rua Vinconde de Pirajá, em Ipanema, Rio de Janeiro. Com ou sem tempestades, ela fica aberta das 10h às 20h.

O circo chegou
Vamos todo até lá
Olha que o circo chegou
Não custa nada você ir até lá
O circo é alegria de viver
O circo é alegria que você precisa conhecer

Tem um macaco cientista
Um urubu que toca flauta e violão
Uma orquestra de sapo
A cabra ciclista
A girafa ceresteira
Tem um anão gigante
A mulher barbada
E o homem avestrús
Tem o homem foguete
Que entra em órbita a qualquer hora
E quando você menos espera (suspense)
O leão fugiu da jaula
Mas calma minha gente que o leão é sem dente
Calma minha gente que o leão é sem dente

O mágico que engole espada e come fogo
Vira elefante e sai voando
Vinda diretamente de Paris
Uma linda sex bailarina dançando ao som
Da escaldante banda do seu Tião brilhantina
E quando não esta roubando mulher
Aparece o palhaço tereré distribuindo
Goiabada e requeijão e ingressos prá
Domingo que vem e anunciando a grande atração
A grande atração é uma grande vidente
Uma grande vidente que tudo sabe, que tudo vê
Que tudo sente
E agora com vocês a grande cartomante
A internacional Deise
A mulher do homem que come raio-laser
O circo chegou vamos todo até lá panacuca gungum
O palhaço o que é ladrão de mulher

O circo chegou vamos todo até lá panacuca gungum
O circo chegou panacuca gungum

O CIRCO CHEGOU (Divulgação/Henrique Madeira)

O CIRCO CHEGOU
(Divulgação/Henrique Madeira)

“Um Macaco Cientista” Acrílica sobre madeira MDF 40 x 50cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Um Macaco Cientista”
Acrílica sobre madeira MDF
40 x 50cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“Um Urubu que toca flauta e violão” Aquarela sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2 44,5 x 55 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Um Urubu que toca flauta e violão”
Aquarela sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2
44,5 x 55 cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“Uma Orquestra de Sapo” Aquarela sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2 59,5 x 44,5 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Uma Orquestra de Sapo”
Aquarela sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2
59,5 x 44,5 cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“A Cabra Ciclista” Lápis de cor sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2 40 x 49 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“A Cabra Ciclista”
Lápis de cor sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2
40 x 49 cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“A Girafa Ceresteira” Acrílica sobre madeira MDF 40 x 70cm R$ 2.700,00 (Divulgação/Henrique Madeira)

“A Girafa Ceresteira”
Acrílica sobre madeira MDF
40 x 70cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“Um Anão Gigante e a Mulher Barbada” Nanquim e aguada sobre papel Fabriano 240g/m2 34,5 x 50,5 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Um Anão Gigante e a Mulher Barbada”
Nanquim e aguada sobre papel Fabriano 240g/m2
34,5 x 50,5 cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

Mottilaa e sua exposição "O Circo Chegou", na Galeria Homegrown (Divulgação/Henrique Madeira)

“O Homem Avestruz” Acrílica sobre madeira MDF 40 x 70cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“O Homem Foguete” Lápis de cor sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2 34 x 56,5 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“O Homem Foguete”
Lápis de cor sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2
34 x 56,5 cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“Calma minha gente que o leão é sem dente” Aquarela sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2 44,5 x 54,5 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Calma minha gente que o leão é sem dente”
Aquarela sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2
44,5 x 54,5 cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“O Mágico que engole espada, come fogo, vira elefante e sai voando” Lápis de cor sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2 37 x 44,5 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“O Mágico que engole espada, come fogo, vira elefante e sai voando”
Lápis de cor sobre papel Canson Mi Teintes 160 g/m2
37 x 44,5 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Uma linda sexy bailarina dançando ao som da escaldante banda do seu Tião brilhantina” Nanquim e aguada sobre papel Fabriano 240g/m2 46 x 38 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Um Anão Gigante e a Mulher Barbada” Nanquim e aguada sobre papel Fabriano 240g/m2 34,5 x 50,5 cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Tereré, o palhaço que é ladrão de mulher” Acrílica sobre madeira MDF 40 x 50cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Tereré, o palhaço que é ladrão de mulher”
Acrílica sobre madeira MDF
40 x 50cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“A grande cartomante, a internacional Deise -a mulher do homem que come raio-laser” Acrílica sobre madeira MDF 40 x 50cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“A grande cartomante, a internacional Deise -a mulher do homem que come raio-laser”
Acrílica sobre madeira MDF
40 x 50cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

“Tereré, o palhaço que é ladrão de mulher” Nanquim e aquarela sobre papel Fabriano 240g/m2 47,5 x 60cm (Divulgação/Henrique Madeira)

“Tereré, o palhaço que é ladrão de mulher”
Nanquim e aquarela sobre papel Fabriano 240g/m2
47,5 x 60cm
(Divulgação/Henrique Madeira)

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Sobre Sidney Arakaki

Skatista profissional e blogueiro
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